PRINCÍPIO DA TRANSPARENCIA FISCAL (Por um Administrador de Empresas)

Sob a ótica da qualidade na gestão de relacionamentos consumeristas, preconiza inicialmente “entregas” a contento das expectativas dos “stakeholders”, onde as mesmas deverão inicialmente contemplar requisitos explícitos pelos clientes, implícitos em função de um discernimento precípuo diante da respectiva relação e finalmente, de cunho regulatório, objetivando que, em função da transparência fiscal, não somente estejam asseguradas as garantias contratuais, como também, presumidamente, os pertinentes repasses tributários para as consequentes e devidas aplicações nas ações desenvolvimentistas do País.

Diante do exposto e apoiado pelas inúmeras constatações de improbidade administrativa de alguns gestores públicos, quer seja nas esferas municipal, estadual ou federal, observa-se o distanciamento entre a necessária ética na transparência fiscal diante do que “corruptamente” passou a ser “moralmente aceito” por quadrilhas que se especializaram em desviar recursos públicos oriundos dos referidos impostos supracitados, comprometendo portanto, consubstancialmente os necessários investimentos financeiros, principalmente em áreas de suma importância para a elevação do IDH, como saúde, educação, segurança, saneamento, etc.

Neste sentido, faz-se necessário que os contribuintes, independentemente do nível de formação educacional, se tornem mais cientes dos seus direitos perante o dever de contribuir, porém, com um maior poder comunitário de cobrar pela rígida e inteligente aplicação dos pertinentes repasses, objetivando a contemplação plena dos princípios que regem a referida relação, contudo, sem deixar também de “cobrar insistentemente” do poder legislativo através do voto consciente a reversão da “injustiça fiscal” que prepondera no Brasil, onde infelizmente, em se tratando de pessoas físicas a classe média é extremamente penalizada no que tange ao pagamento de impostos em detrimento dos mais ricos, como também, ao vislumbrarmos pessoas jurídicas, observa-se lamentavelmente a mesma desproporção.

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